Inseminação artificial
Para casais de mulheres, com sêmen de doador. Procedimento simples, feito em consultório, quando a avaliação indicar boas condições.
Reprodução humana para casais homoafetivos · Bento Gonçalves/RS
Casais de mulheres e de homens podem formar a família com a reprodução assistida: inseminação artificial, FIV, dupla maternidade (método ROPA) ou dupla paternidade com útero de substituição. Quem orienta é a Dra. Ângela D'Avila (CRM-RS 27720 | RQE 38877), especialista em Reprodução Humana, com atendimento presencial no Instituto Embrios, em Bento Gonçalves/RS, na Serra Gaúcha.
Aqui você encontra respostas claras, sem pressa e sem julgamento.

Para casais de mulheres, com sêmen de doador. Procedimento simples, feito em consultório, quando a avaliação indicar boas condições.
Óvulos e sêmen se encontram no laboratório, e o embrião é transferido para o útero. Usada por casais de mulheres e de homens.
Uma mulher doa os óvulos, a outra gesta. As duas participam biologicamente da gestação.
FIV com óvulos de doadora e útero de substituição, seguindo as regras do Conselho Federal de Medicina.
Casais de mulheres podem formar a família com a ajuda da reprodução assistida, usando sêmen de doador anônimo de banco de sêmen. Os caminhos mais comuns são a inseminação artificial, a fertilização in vitro (FIV) e a dupla maternidade pelo método ROPA. A escolha depende da avaliação médica de cada caso.
Uma das mulheres faz um acompanhamento da ovulação por ultrassom e, no período fértil, o sêmen de doador é colocado dentro do útero com um cateter fino, em procedimento rápido feito no consultório. É indicada quando os exames mostram boas condições de fertilidade.
No método ROPA, uma das mulheres doa os óvulos e a outra recebe os embriões e gesta o bebê. Assim, as duas participam biologicamente da gestação: uma com a genética, a outra com a gravidez.
Casais de homens podem ter filhos por meio da FIV com óvulos de doadora e útero de substituição (gestação por uma parente de até 4º grau de um dos parceiros, conforme as regras do Conselho Federal de Medicina). Os dois podem participar do processo, e a equipe orienta cada etapa legal e médica.
Na primeira consulta, a Dra. Ângela ouve a história do casal, avalia exames e faz o ultrassom. Depois, explica com calma quais caminhos fazem sentido para vocês. Cada caso é avaliado individualmente, e não é possível prever resultados.

CRM-RS 27720 · RQE 38877 · verificar no CFM
Médica especialista em Reprodução Humana e Doutora em Ciências Médicas, com mais de 19 anos de experiência. Está à frente do Instituto Embrios, em Bento Gonçalves/RS, com laboratório próprio de embriologia, e acompanha famílias de todas as formações com escuta, respeito e conduta individualizada.
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Conteúdo informativo. Não substitui consulta médica. Não é possível prever resultados; cada caso é avaliado individualmente.